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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Um pouquinho de reflexão para as FÉRIAS!

FELICIDADE REALISTA
(Mário Quintana)


A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor!

(O que já é um pacote louvável!!!)

Mas nossos desejos são ainda mais complexos:

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema:
queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e "compartilhar gargalhadas".
Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados,
queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo,
queremos "intensidade diariamente", queremos ser felizes assim e não de outro jeito.


É o que dá ver tanta televisão.


Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode
ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum.
Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.


Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.

Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a.
Se você não está de acordo com as regras, demita-se.

Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz.

Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormentam e provocam inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

(adaptado)


2 comentários:

Anônimo disse...

Meu nome é Luma Firmo sou da 8°E - EETP
Bem, eu concordo com o texto só que o mundo às vezes nos faz querer demais e temos que ser fortes para não cairmos no DESEJO.
Desejo de ter dinheiro, carro do ano, casa luxuosa, roupas de marca.........
Pelo meonos eu tento todos os dias não ter um desejo incontrolável de POSSUIR.
Tento me lembrar de um texto que um dia li, era a história de um Rei que procurava uma frase para colocar em seu anel. Que lhe fosse útil em momentos bons e ruins e a frase escolhida foi "TUDO PASSA".
Realmente Tudo Passa, fama, felicidade, tristeza, beleza, infância, juventude, etc........
Obrigado!

Nayara disse...

meu nome é nayara cintia da silva sou da 7d tenho 13 anos
bem eu concordo com o texto porque fala sobre as vidas luxuosas que pessoas podem ter e outras não e algumas pessoas tem que contestar seu DESEJO de ter o mesmo que pessoas tem como,carro caro,casa luxuosas,dinheiro,e outras coisas que pessoas de alta nivel pode comprar por isso que eu gostei desse texto
obrigado